Climinha sem criatividade né não?
Como definiu Mark S. Granovetter, em seu artigo fundamental "A força dos elos fracos", escrito em 1.973, as redes sociais estão estruturadas basicamente por laços fracos.
Nas redes sociais, os elos entre pessoas que se relacionam entre si por uma pequena quantidade de tempo, com baixa intensidade emocional e baixa intimidade (weak ties, ou elos fracos) são os responsáveis pela ligação entre as diversas sub-redes e pela disseminação da informação e do conhecimento.
Vivemos em um mundo cada vez mais repleto de ligações fracas! Seja bem-vindo ao meu blog...
Há mais de 67 anos, Isaac Asimov posicionou a Fundação, sua principal obra, em um futuro longínquo ao ponto de as personagens não se lembrarem mais da existência da Terra. Talvez porque parecesse impensável, para o próprio autor, a ideia de uma ciência ligada à matemática capaz de prever o futuro.
Asimov construiu toda a Trilogia da Fundação sob a previsão terrível de que o Império Galático seria aniquilado, feita por Hari Seldon, criador fictício da psico-história, uma espécie de ciência estatística extremamente apurada, que analisa as ações no presente e estabelece, com elevado grau de certeza, acontecimentos futuros.
Mas muita coisa mudou de 1942 para cá. E o que parecia uma ideia absurda e infundada já começa ao menos a fazer sentido.
Se pararmos para pensar, por alguns minutos, para a quantidade avassaladora de registros sobre atividades humanas armazenados em bancos de dados, ou seja, nossos rastros digitais, começamos a enxergar o que seria a fonte de informação primária de Hari Seldon.
Hoje fazemos compras online, que ficam devidamente registradas; utilizamos nossos cartões de crédito, que também registram com precisão o que, quando e onde compramos.
Usamos aparelhos de GPS e estas informações também podem ficar registradas; fazemos viagens aéreas, alugamos carros, nos registramos em hotéis, fazemos reservas em restaurantes, compramos ingressos para shows pela Internet.
Trocamos e armazenamos e-mails; navegamos na web, onde registramos nossos dados pessoais, damos nossa opinião e agora, com as redes sociais, fazemos isso em tempo real.
À primeira vista, tudo é muito assustador. De certa forma até é, mas o fato é que isso já acontece. Existe uma “energia informacional” que jogamos diariamente na rede e que agora, com ferramentas como o Twitter e com a busca em tempo real, começa a ser percebida.
Hoje, empresas realmente preocupadas em atender aos desejos de seus clientes investem parte do tempo de seus executivos e dos recursos de seus orçamentos para criar ferramentas que utilizam esta energia.
Antever os desejos do consumidor pode parecer prepotente e arrogante, mas aqui também, se analisarmos a forma como pensamos comunicação durante todo o século XX, vemos que é exatamente o contrário.
Por todo século passado tentamos criar mecanismos para que marcas e corporações definissem o que seria e o que não seria consumido. Era o poder na mão de poucos. Hoje acontece exatamente o contrário. É a vitória da maioria que já fala alto o suficiente para ser ouvida e, principalmente, para ser atendida.
Viva Hari Seldon.
(artigo escrito por Gustavo Camargo e também publicado no Webinsider e no jornal Correio Popular, de Campinas)
De fato, há um desmantelamento, uma desconstrução do modelo clássico de autoria, que estava em vigência até agora. E muita coisa vira escombros, ruína, com prejuízos a grupos de interessados e titulares de direitos que viviam disso. Mas há um segundo aspecto importante no princípio do direito autoral, que é o acesso à obra, e que vem emergindo. Uma extensão imensa da acessibilidade e da própria autoralidade: falo das novas mini e microautoralidades que são proporcionadas pelo mundo digital. Todas as formas artísticas vão passar a ter uma dimensão mais pública mesmo. E para o atendimento dessa dimensão será preciso redesenhar todo um sistema legal e de direitos.

Acontece nesta quarta-feira, dia 18 de novembro, no Auditório de Ciências Médicas da Unicamp, o evento “Empreendedores de Sucesso – Propagando e estimulando o empreendedorismo entre os jovens”, parte da Semana Global de Empreendedorismo do Instituto Endeavor.
As palestras contemplam as áreas de administração, marketing, economia, publicidade e afins. Entre os palestrantes estão Bob Wollheim, sócio-diretor da Brand Conversations; Juliano Seabra, coordenador de Educação e Políticas Públicas do Instituto Endeavor; Eduardo Medeiros Cardoso, fundador da consultoria Empreenda Fácil; e Renata Rouchou, diretoria de Expansão no Brasil do Grupo Umbria, holding das marcas Spoleto, Domino’s Pizza e Konistore.
O evento é gratuito e não necessita de inscrição.
Angela de Mendonça Engelbrecht será a nova reitora da PUC-Campinas a partir do dia 1o. de fevereiro de 2010.
Pela primeira vez que o cargo de reitor será ocupado por uma mulher na universidade mais antiga de Campinas.
Angela é graduada em ciência da computação, pela USP, onde também fez seu mestrado. Na Unicamp, fez seu doutorado em engenharia de computação. Esta é uma área também largamente dominada por homens, pelo menos até a década de 90 (na minha turma, na Unicamp, de 1.994, eramos 81 homens para 9 mulheres).
Uma excelente notícia, que reforça o alinhamento da universidade com dois aspectos marcantes da nossa realidade: a presença cada vez maior da mulher em altos cargos e a vocação tecnológica da região de Campinas.
Parabéns à PUC-Campinas!
Saiu a tabela do Paulistão (completa aqui).
E o primeiro jogo mostra a tradição dos times que participarão da disputa. A abertura do campeonato será entre Corinthians e Monte Azul.
Ah que saudade dos paulistões de verdade, onde os times da capital passavam apertado quando jogavam fora de casa contra os grandes Botafogo e Comercial, de Ribeirão, Ferroviária, de Araraquara, XVs de Jaú e de Piracicaba, Internacional, de Limeira, Guarani, de Campinas e o grande América, de Rio Preto.
Bons tempos aqueles, que não voltam mais…
Miami Dolphins X New York Jets
Jogo sensacional, apesar da derrota dos Jets por 30 a 25. Foram 7 touchdowns. Um deles com mais de 100 jardas. O jogador dos Dolphins recebeu na sua End Zone, percorreu todo o campo e fez o touchdown. Fantástico!